A LOBAKA nasceu em Argel.
Uma empresa de tecnologias de voz para públicos multilingues, nascida de uma constatação: na maioria das salas, a interpretação simultânea não existe, porque o seu custo o impede.
Uma constatação simples.
Cada participante já traz no bolso o melhor recetor de áudio alguma vez inventado. Basta dar-lhe o canal certo. É o ponto de partida do LOBAKA Sasa.
Fizemos essa constatação em salas reais: um culto seguido por fiéis de várias línguas, um colóquio onde parte do público desliga, uma visita onde o guia só pode falar uma língua de cada vez. Em todo o lado a mesma logística impossível, e em todo o lado telemóveis nos bolsos.
Por isso a LOBAKA constrói o LOBAKA Sasa com salas reais e públicos reais, com uma só regra: medir, dizer o que está provado e o que ainda não está, e não prometer mais nada.
O que impomos a nós próprios.
01Nenhuma promessa sem prova
Nenhum número de latência, nenhum cliente, nenhum testemunho enquanto não existirem. Este site diz o que é medido e o que ainda não é.
02O telemóvel que as pessoas já têm
Sem hardware proprietário, sem aplicação a instalar, sem conta para ouvir. A tecnologia apaga-se por trás do gesto.
03Todas as línguas, em igualdade
Um canal é um canal: lingala, suaíli, cabila, árabe ou inglês, cada língua tem o mesmo lugar na sala, sem hierarquia e sem opção paga.
04Limites anunciados
Os tetos são aplicados pelo servidor e mostrados ao organizador. Quando um limite é atingido, o acesso é recusado com uma mensagem clara, nunca degradado em silêncio.
Moïse B. Selph
A LOBAKA foi fundada por Moïse B. Selph, em Argel. O nome vem do lingala: «lobaka», falar.
O seu percurso e os seus trabalhos: moisebselph.com →
As salas que nos fazem progredir.
Cada sessão piloto publicada aqui é-o com o acordo da organização envolvida: local, dimensão do público, canais e línguas, fiabilidade, opiniões dos participantes.
Nenhum piloto foi ainda publicado. As primeiras sessões decorrem em setembro de 2026; os seus resultados aparecerão aqui, com dados reais.
Quer estar entre as primeiras salas?
Congresso, universidade, instituição, museu, igreja, festival: se o seu público não fala uma só língua, falemos.