As perguntas que nos fazem antes de dizer sim.
Respostas curtas e verdadeiras. Se a sua não estiver aqui, escreva-nos: juntar-se-á à lista.
É preciso instalar uma aplicação?
Não. O participante lê um código QR (ou escreve o código de sessão) e a página abre-se no navegador do seu telemóvel. Nada a descarregar.
É preciso criar uma conta para ouvir?
Não. Nenhuma conta, nenhum nome, nenhum email. Só o organizador tem uma conta.
Que telemóveis funcionam?
Qualquer smartphone recente com um navegador atualizado: Safari no iPhone, Chrome no Android e os outros navegadores comuns. São precisos auscultadores, com fio ou Bluetooth, os que cada um já tem.
É possível mudar de canal durante a sessão?
Sim, a qualquer momento, com um toque. A mudança faz-se na ligação já aberta: o corte é impercetível.
Que rede é precisa na sala?
Um Wi-Fi correto ou uma ligação móvel. Conte com cerca de 30 MB de dados por hora e por participante (voz comprimida, com proteção contra perdas). Ajudamo-lo a verificar a rede antes do evento.
Qual é o atraso entre a voz e o ouvido?
O fluxo é contínuo e em direto (WebRTC), não uma leitura por segmentos. A latência da boca ao ouvido numa sala real ainda não foi medida com telemóveis reais: não publicamos nenhum número antes de o fazer.
O que acontece se a rede cair?
O telemóvel volta a ligar-se sozinho assim que a rede regressa, e a página diz em linguagem clara o que se passa («a ligar», «som perdido», «sessão terminada»). O interveniente também vê se a sua voz passa.
Quantos canais e participantes?
Hoje: 5 canais por sessão, 30 participantes por canal, 155 participantes em simultâneo por sessão. Estes tetos são aplicados pelo servidor e evoluem com os pilotos. Várias salas = várias sessões.
Quanto tempo dura uma sessão?
Quatro horas a partir do arranque, prolongáveis com um gesto até oito horas. Depois a sessão termina sozinha: nada fica aberto por esquecimento.
Quem fala num canal?
Os intervenientes: intérpretes, comentadores, guias, oradores. Cada um recebe uma ligação pessoal para o seu canal, revogável a qualquer momento. Vários intervenientes podem ser autorizados num canal; uma só voz passa de cada vez.
As trocas são cifradas?
Sim: HTTPS para as páginas e a API, WebRTC cifrado para o áudio. O código de sessão é aleatório e impossível de adivinhar; só dá o direito de ouvir.
Que dados são recolhidos?
Para ouvir: nenhum dado pessoal. O questionário de fim de sessão é anónimo. Deixar um email para ficar informado é facultativo, atrás de uma caixa de consentimento desmarcada por defeito, com anulação a qualquer momento; esses endereços são conservados no máximo um ano.
O Sasa substitui os intérpretes ou uma cabina?
Não. O Sasa transporta a voz dos seus intérpretes até aos telemóveis; não traduz. Substitui a distribuição de recetores, não uma cabina ISO quando um regulamento a exige, e leva a interpretação para onde ela não existia.
Quanto custa?
Durante a fase piloto é gratuito e acompanhado. O modelo que vem assenta na duração, nos canais e nos participantes, sem subscrição imposta. Nenhum preço é publicado antes de ser real.
Como começar?
Peça uma demonstração: trinta minutos online, com os seus próprios telemóveis. Se o Sasa se adequar, a LOBAKA abre uma conta de organizador piloto, com os seus limites anunciados, e acompanha-o no seu primeiro evento.
É possível criar uma sessão sozinho?
Ainda não livremente: durante a fase piloto, as sessões são criadas a pedido, com uma conta aberta pela LOBAKA. O autosserviço chegará com o modelo de preços.
Uma pergunta que não está aqui?
Faça-nos a pergunta, ou veja o Sasa a funcionar em trinta minutos com os seus próprios telemóveis.